Ser músico é sofrer um pouco de ansiedade a cada voo comercial. Tem companhia que permite que se viaje com o instrumento sem despachar, mesmo quando ele estrapola o tamanho permitido dentro do avião, mas isso não é regra nem é uma garantia (às vezes muda sem aviso). No compartimento de bagagens despachadas, as baixas temperaturas empenam os braços de baixos e guitarras. Custa uma grana para consertar, e não é rapidinho. Mas pior mesmo é a total paranoia (justificada) de que ninguém terá o menor cuidado com o seu instrumento de estimação, e mais do que isso, de trabalho.
É só perguntar a qualquer músico contratado, se ele viaja com o melhor instrumento dele, ou se esse fica guardado para gravações e shows na cidade onde ele mora. Ou para entender porque a partir do momento em que se torna viável, ter o próprio avião para turnê não é um luxo, mas um bom investimento.
Pois bem, aí vai o testemunho de um artista que voa comercial, pela United.
Via Bruninho.
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Costurando pra fora 1
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