Clássico tem que ser respeitado. David Byrne já tinha gravado Waters of March com Marisa Monte, no Red Hot+Rio, mas o fantasma de Elis e Tom estava ameaçador ali em cima. Feist passou por cima, no Carneggie Hall, Nova Iorque, e fez essa interpretação bem gostosinha, bem sem dar importância como deve ser. E mais, sem encurtar as notas, nem (pecado mortal) esticar demais. Aliás, essa é a única do Tom que eu realmente gosto em inglês.
      Agora presta atenção: ninguém ainda barrou o próprio Tom nessa música.

Roubei daqui.