A CBS, dona da Last.fm, anunciou uma onda de demissões. Em parte pelo processo de sinergia da empresa, que andou se fundindo por aí. E em parte por ela, a crise. No meio dessa história, a Last.fm encolheu. Segundo o Tech Crunch, o site nunca deu retorno financeiro, mais por ser caro do que por ser pouco acessado. E esses acessos vêm caindo. O rival Imeem é o líder global, e nos EUA o Pandora também é maior.
      Na boa, o Brasil tem que aproveitar essa onda de demissões de gente boa pelo mundo e pensar em um plano de migração. Falta mão-de-obra qualificada por aqui, e rola desemprego na Argentina, na Europa, nos Estados Unidos. O papo não foi inventado por mim, tem gente séria do governo (não os eleitos, mas o pessoal técnico de salários altos que formula boa parte das políticas públicas) espalhando a idéia por aí. E eu só não incluí Cuba na lista aí de cima, porque há de se ter muita calma nessa hora.
      E não adianta falar que não, que tem que investir em educação. Uma coisa não exclui a outra, e elevar a qualidade do trabalho dentro do Brasil é uma forma de melhorar a formação dos brasileiros. Só tem que fazer bem feito.